Nas ruas que eu andei plantei flores do futuro
Atravessei os muros que se ergueram no caminho
Quantas vezes sozinho encontrei minha companhia
No bairro do destino, na esquina do dia
O trevo da noite, paranóia delirante...
Loucura entorpecente o brilho do diamante
e a cama aconchegante depois pra te consolar
da solidão seguinte do dia que vai raiar
lagrimas pra chorar
risos para sorrir
sonhos para sonhar
metas para seguir
com coragem nossa viajem ao passado
pra gente entender o presente
então poder andar pra frente
com a consciência ao lado
pois do mundo louco eu não quero pouco
não me contento com o troco
mas as vezes me sinto tão oco
que o eco ecoa versos dentro de mim...
e o abismo do eu na historia escreveu
um fim... Sim. É isso, meu compromisso
eu nunca fui omisso e não vai ser agora que eu vou ser
com meu ser, como ter, o que eu acabo de dizer
sobre o segredo do medo que te impede de voar...
Luian Damasceno